Caro Paulo Lopes,
Antes do mais se não existe vídeo ou fotografia ou EVP do relato então o tópico não é este.
na primeira vez quando comecei a ouvir as pancadas no sotao
cheguei a ver uma criança ai com 8 9 anos a minha esposa já la viu o AVÔ dela no corredor
em termos de sombras á noite também era muito usual.
e já fiz de tudo verificar janelas dilatação de vigas colocar tudo marcado nada se move mas as pancadas essas continuam eu ainda brincava com a situação dizia assim o f d pta parte para ai pedra. a minha avó e a minha esposa diziam-me para estar calado e nada dizer hoje vivemos numa casa nova vou de vez em quando a casa do meu sogro que também é imigrante mas o raio da sala deixa-me sempre com arrepios há a zona da casa do meu sogro esta repleta de túmulos antropormorficos será disso?
há e desafio para quem quiser a lá passar uma noite!
Do que li, a casa do seu sogro tem grande agitação, o que si mesmo não significa grande coisa.
Em primeiro lugar, alterações de temperatura, vultos a sons é o que há de mais normal em qualquer local e sobretudo quando está ou esteve associado a presenças humanas que lá vivem ou viveram.
A(s) entidade(s) que residem ou frequentam o local podem ser anteriores residentes na casa ou alguém da vizinhança. Alguém que lá viveu ou morreu.
As sombras (vultos?) são vistas por todos vós? Pertencem à criança e ao avô ou são de outras entidades?
Os ruídos são acompanhados daqueles vultos-sombras e presenças?
(É sempre necessário ir fazendo estes raciocínios lógicos e afastar ou aproximar informações)
A criança é conhecida ou só quer brincar com alguém do
lado de cá que a vê? Mas se assim é porque não acompanha o "vivo" até à casa deste?
O avô quer
falar ou simplesmente mostrar-se ao filho/a e à neta?
Quem faz os ruídos é o avô ou mais
alguém? E porquê?
Há perguntas a mais e respostas a menos, o que é normal nesta fase do processo.
A existência de túmulos antropomórficos em si mesmo não esclarece muito.
Os túmulos estão vazios? E se não está vazio quem está lá dentro? Alguém relacionado com a criança e ou o avô e ou as sombras(vultos)?
E porque só agora, há meia dúzia de anos é que apareceram?
As EVP podem não ser significativas porque as entidades que interessaria ouvir podem não estar interessadas em fazê-lo.
E pode haver interferências de terceiros que sempre que apanham a oportunidade gostam de aproveitar ou divertir-se.
Resumindo, este é o
pano de fundo existente.
Querer saber mais significa primeiro e sobretudo ter paciência na comunicação.
Sobretudo perceber que a forma de comunicação dessas entidades é diferente da nossa e que utilizam a força dos equipamentos electrónicos, por alguma razão ainda não completamente conhecida, para se manifestarem.
Colocar apenas um gravador em frente e esperar ou pedir para falarem ou que respondam a meia dúzia de perguntas nem sempre é a melhor solução, se os propósitos não forem mais elevados do que simplesmente tratar essas entidades como anormais ou menorizá-los com brincadeiras ou perguntas ridículas.
A maior parte destas entidades que se manifestam junto dos seres humanos "vivos" também se consideram pessoas com existência, embora sem corpovivendo noutros planos da realidade.
Um bom começo poderia seria o casal visitar toda a casa e as redondezas, tirando o máximo de fotografias possíveis, incluindo várias, aos mesmos locais, de ângulos diferentes.
De seguida fazer uma gravação (EVP
Eletronic Voice Phenomena, Fenómeno de Voz Electrónica) e tentar captar a(s) entidade(s) que pretendam comunicar.
Um termómetro para medir a temperatura ambiente num primeiro momento, à falta de melhor, também poderá ajudar a explicar os frios/arrepios existentes/sentidos.
Por agora creio ser suficiente para tomar a iniciativa e ver o que descobrem.
Há que começar por algum lado, mas eu costumo começar pelo princípio: Será que estou interessado e disponível para conhecer o que me aparecer pela frente? É que uma vez dado um passo em frente, mesmo que recue para o mesmo sítio, a informação que obtive não vai desaparecer e nem sempre será agradável.
Felicidades na investigação.
(Se puder ser útil nalguma informação, disponha).