Oh Nita que exigência,
A situação daquele hospital quanto a investigação é a seguinte:
Todas as madrugadas de sábado para domingo nos EUA, entre as 23,00 e as 02,00h (05,00 e as 08,00) uma equipa de investigadores (normalmente Ron e Russell, [foram no dia 25/7] e, por vezes a Iris [foi no dia 8/8] vão contactar com as entidades que frequentam ou residem (como algumas afirmam), designadamentre, Mr Harry, Srg Hendersen, as irmãs Hillary [enfermeira no hosp.?] e Cheryll, Mr Jonathan, entre outros.
Alguns morreram em 1956. Alguns comunicam outros não, alguns ouvem os investigadores outros não, alguns nem conseguem entrar em contacto entre si ou desconhecem que estão por ali, alguns vão para outro lado , outros não querem sair dali, consideram o hospital a
sua casa. Alguns interagem fazendo notar a sua presença, com ligeiros toques, brisas e com toques (um o três) na madeira para concordarem ou não com os investigadores.
No 5º piso ou numa ala do 5º piso, funcionava algo ligado a problemas respiratórios e no 3º piso por vezes é visível do exterior junto à janela uma mulher de branco. Das gravações (EVPs) disponíveis
já se ouviu um pouco de tudo, recordo-me, por exemplo, de uma nota de um piano. Mas já foram captadas fotos das mais diversas origens, até a imagem de um bébé.
É preciso ter em atenção que a determinadas horas do dia é provável haver maior disponibilidade para ouvir os automóveis do exterior, ou então determinados animais pequenos que por ali aparecem, embora em menos grau, desde rastejantes, de penas e felinos (gatos é claro) ou outros ruídos por vezes estranhos para quem não esteja a ver a localização deste hospital.
Há mais movimentação do que julga e menos imagens ou gravações em circulação do que foi visto ou ouvido.
Há muito boa gente que quer ver e ouvir mas não quer ter a santa paciência de esperar.
Enfim, o
post já vai longo e todos já se enquadraram com o que se passa naqueles corredores e não só.
Quem frequenta ou reside no hospital talvez não aprecie sentir-se alimento de
paparazzi paranormais. E, talvez por isso, sejam comedidos nos seus sinais exteriores de existência do
outro lado da realidade.
Compreendam um pouco a situação, quando partirem talvez não gostem de se virem a sentir animais de zoo, a serem espreitados por câmaras para vasculharem uma intimidade ou pelo menos um espaço de recato pessoal que julgavam privado. Talvez a vossa observação das dificuldades de comunicação presente permitam uma maior facilidade de expressão no futuro quando passarem a conviver com eles naquele ou em qualquer outro hospital ou cemitério. Por caso conhecem o vosso destino?
Peço desculpa à Nita pela extensão, mas sei que compreende que o que escrevi não pretendia ser um desabafo.
é pena é estarem tão escuras...
Cara Nita, peço muita esculpa por ter ignorado a tua observação.
Creio que na resposta anterior passei ao lado, o que lamento.
Aqui vai a explicação da
escuridão das fotos.
As fotos estão escuras porque foram captadas das Câm1 e 3 quando estas estavam desligadas.
As câmaras são desligadas porque os investigadores raramente estabelecem contactos com as entidades que residem no hospital com as luzes acesas.
Creio, no entanto, que internamente, é efectuada ,no corredor onde se encontra a Câm1, uma gravação com câmara de visão nocturna, a qual não é disponibilizada para o exterior, como acontece no caso da CamNightShot e por isso visível.
Resumindo, quando se iniciam, as comunicações, em princípio - porque já assisti a uma excepção - todas as câmaras do local e arredores - as Câm 1, 3 e 5 - onde se encontram os investigadores e os equipamentos, são desligadas.
Por isso, as fotos estão escuras, porque não havia qualquer luz natural ou artificial do nosso plano.
As luzes eléctricas - azuis ou azuladas - provêm de outro plano ou pelo menos são manipuladas por entidades de outros planos, que poderão utilizar
energia residual do local.
Não sei se o exemplo é feliz, mas o que aconteceu é como se fossem fotografar um ser vivo numa completa escuridão. O que se veria, no exterior é o luar, se houvesse, e no interior a energia do objecto fotografado.
Se não houvesse uma entidade captada pela câmara nunca se apanharia nada devido à completa escuridão.
Por isso pouco há a fazer.
Foto 3: Idem da foto 2. À direita da luminosidade azul nota-se o contorno do vulto de um investigador dos três presentes naquele local.
Ao fundo, à esquerda, encontra-se um vulto de corpo que não pertence aos investigadores.
Sobre esta foto existe um comentário interessante de Sulphuristical há mais de um ano, o que não deixa de ser surpreendente pela
falta de novidadeda foto ou pela persistência da entidade em permanecer no mesmo local. Mas leiamos o que ele escreveu na altura:
Eu no site tenhamedo estive a ver durante cerca de 10 minutos (não tinha nada para fazer! xD) e vi numa das câmaras (não me lembro ao certo qual)
no canto inferior esquerdo um vulto semi-transparente estático durante aqueles 20 segundos, tendo de seguida desaparecido no refresh, esqueci-me de tirar um printscreen pk fui chamar a minha mãe lol.
http://portugalparanormal.com/index.php?action=post;quote=4234;topic=303.0;sesc=4106f091ec4e395ebd996a9a815488f7Seria interessante que Sulphuristical lesse e comentasse este tópico para, num sincero apelo à sua memória, conhecer da identidade de imagens visuais já que não temos as duas fotografias para compararmos.