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  Tópico: Abstinência sexual nos recasados divide Igreja (318 visualizações) Fevereiro 09, 2018, 12:01:46
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Masculino
» em: Fevereiro 09, 2018, 12:01:46

Leitura que o cardeal patriarca de Lisboa fez das orientações do Papa Francisco sobre a família está a causar polémica. D. Manuel Clemente diz que os recasados católicos devem ser aconselhados a "uma vida em continência".

"De um lado estão os que apoiam a posição do Patriarcado de Lisboa, que defende que é redutor dizer que D. Manuel Clemente aconselha os recasados católicos a absterem-se de ter relações sexuais, do outro estão aqueles que consideram que o patriarca falhou e mostra pouco conhecimento sobre a realidade do casamento. A dividir teólogos e padres está um documento publicado pelo cardeal patriarca de Lisboa com orientações sobre o acesso dos católicos em situações "irregulares" aos sacramentos.

Na carta publicada esta semana, D. Manuel Clemente diz que deve ser proposto aos casais em situação irregular (quando o primeiro casamento não é nulo) a possibilidade de viverem "em continência na nova situação". Na sequência da polémica causada pela afirmação, Nuno Rosário Fernandes, diretor do departamento de comunicação do Patriarcado, diz ao DN que "é redutor e errado dizer que é o patriarca que o propõe", pois o que é dito por D. Manuel "já foi afirmado por João Paulo II no Familiaris Consortio, é referido pelo Papa Francisco no Amoris Laetitia e foi também frisado pelos bispos de Buenos Aires".

Destacando que o cardeal tem assumido a posição de Francisco, o padre esclarece que "o documento diz que os padres não devem deixar de propor a continência, como estava definido anteriormente, mas tendo em conta as dificuldades que pode ter a sua aplicação, há a possibilidade de recorrer ao sacramento da confissão".

Para Teresa Toldy, doutorada em teologia, a afirmação em causa "é reveladora da produção de discurso por pessoas que, quando falam do casamento de maneira dura e rápida, não sabem do que estão a falar e correm o risco de fazer propostas ridículas". A investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra considera que a mesma "revela um alheamento completo em relação à vida dos casais". "Como é que depois podem ajudar a fazer discernimento se não têm a noção do que é a vida de um casal?", questiona, acrescentando ter dúvidas sobre se "houve compreensão do que disse o Papa Francisco".

O padre José Manuel Pereira de Almeida reconhece que "a expressão usada talvez não tenha sido a mais feliz para ser entendida por pessoas com linguagem não eclesiástica", mas esta é uma "tradição antiga" da Igreja. "Há circunstâncias em que fará sentido propor. Mas as pessoas decidem o que lhes parecer mais adequado", refere o especialista em teologia, sublinhando que a ideia do documento "é integrar, sem excluir ninguém". Em Lisboa, "há muitos casais em que pelo menos um deles é recasado e que se encontram perfeitamente integrados, com sacramentos".

Já Anselmo Borges, teólogo e padre da Sociedade Missionária Portuguesa, defende que o documento "tem a intenção valiosa de mostrar a importância da família - é louvável -, mas corre o risco de ficar inválido por causa de duas afirmações". A que diz respeito à abstinência sexual "não faz sentido, é contra a natureza das coisas". No centro da polémica está ainda a ideia de que, após um período de discernimento e, se a Igreja assim o entender, "pode ser conveniente" que o acesso aos sacramentos se realize "de modo reservado". Para Anselmo, esta sugestão "tem como pressuposto comunidades cristãs não acolhedoras, não adultas".

Uma opinião semelhante é partilhada pelo Movimento Nós Somos Igreja, que, como explica ao DN Maria João Lemos, considera que as palavras do cardeal patriarca "estão fora do contexto criado pelo Papa Francisco". "Gostaríamos que houvesse palavras de compaixão e misericórdia. Não vejo razão para uma tomada de posição tão radical", adianta.

Para o monsenhor Feytor Pinto, a carta "é um documento muito interessante", que chama a atenção para a importância de "acompanhar os casais, discernir com consciência e integrar as fragilidades". Sobre a polémica, considera que "as pessoas dão muita importância a coisas que não são importantes". A missão dos padres, lembrou Feytor Pinto, "é iluminar os casais" para que decidam o que fazer."



Um dos assuntos do momento. Será este um sinal que a Igreja não se consegue adaptar aos tempos modernos, e que por isso continua a cair em descrédito?


Sinceros cumprimentos,

Propheta
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  Tópico: Abstinência sexual nos recasados divide Igreja Resposta #1Fevereiro 09, 2018, 15:36:18
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Feminino
» Resposta #1 em: Fevereiro 09, 2018, 15:36:18

Mas qual polémica? Hoje em dia tudo serve para criar "polémicas" sem sentido.

Isto tudo vem no seguimento dos novos critérios para a anulação do casamento católico. Antes, um casal casado pela igreja ficava casado aos "olhos de deus", mesmo que se divorciasse legalmente. Apesar de ser dito que "não separe o homem o que deus uniu", parece que afinal os homens até podiam separar o que deus uniu, mas só ao fim de algum tempo. Caso fosse apenas um dos membros do casal a pedir a anulação, acho que o processo levava 5 anos, mas caso fossem os dois a pedir, levava "só" 2 anos.

Ora, durante este período, caso as pessoas refizessem as suas vidas com outro parceiro estariam a viver em pecado, o que é uma chatice e acabava por afastar as pessoas da igreja já que estes "pecadores" acabavam muitas vezes por ser ostracizados dentro da igreja.

Para prevenir estes inconvenientes, estes prazos foram revistos e parece que é possível anular o que deus uniu em alguns meses (3, parece-me) e assim estas pessoas - que são cada vez mais - deixam de ser pecadores aos olhos do Senhor. E portanto, já não há necessidade de os ostracizar e afastar da igreja.

O que o Cardeal disse não tem nada de escabroso dentro daquilo que são os preceitos da igreja católica pois que eu saiba, para a igreja católica o sexo só é permitido dentro de um casamento. Portanto, se um casal católico recasado tem um dos seus membros em "situação irregular", isto é, um deles ainda não tem o casamento anterior anulado, o melhor é fazê-lo para que se possa casar com o novo parceiro pela igreja o mais rapidamente possível.

Até lá, e tal como todos os outros humanos que pisam nesta Terra, se o casal andar a pinar fora do sacramento sagrado, está a pecar.

Isto não é óbvio?! Huh?

Tanta confusão por causa de nada... não é tão simples de ver e entender que o homem não está a querer afastar as pessoas da igreja, pelo contrário!, está é a querer que as pessoas voltem à igreja e se recasem, agora que os processos de anulação são mais rápidos - ou vão ser, não sei se isso já é uma realidade.

"Não se fiquem pelas confissões, que não dão dinheiro a ganhar a ninguém... venham casar. Paga-se, é verdade. Mas é "uma festa mais bonita". Se não resultar, anula-se o casamento. Paga-se, é verdade. Mas ao menos não estão em pecado e se encontrarem de novo o amor, podem casar outra vez. E sim, paga-se. Mas o que são uns trocos para estar de bem aos olhos do Senhor?"


...e alguém acha que o Cardeal está preocupado com o "pecado"? Por favor...  RollEyes
« Última modificação: Fevereiro 09, 2018, 15:37:57 por Cassandra »


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"Cedo ou tarde você vai perceber, como eu, que há uma diferença entre conhecer o caminho e percorrer o caminho". 
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  Tópico: Abstinência sexual nos recasados divide Igreja Resposta #2Fevereiro 10, 2018, 01:58:16
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amigo.lisboa
Masculino
» Resposta #2 em: Fevereiro 10, 2018, 01:58:16

Boa noite

Gostava que um individuo da igreja católica, ou até mesmo o papa, dissessem com sinceridade e honestidade onde vão "desencantar" essas ideias, um tanto ou quanto, absurdas...

Parece que para estes individuos, é preferivel andarem a abusar de "meninos e meninas" do coro...  Será que houve abstinência na altura dos abusos?
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"Tudo aquilo que o homem ignora não existe para ele. Por isso o universo de cada um se resume ao tamanho de seu saber." - Albert Einstein

  Tópico: Abstinência sexual nos recasados divide Igreja Resposta #3Fevereiro 12, 2018, 22:10:12
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Masculino
» Resposta #3 em: Fevereiro 12, 2018, 22:10:12

É daquelas parvoíces que só pode derivar do intelecto doente... para ir colocando um ponto final na maldita igreja católica que tantos ajudou a desviar do caminho correcto... ainda vai demorar a desaparecer mas esse dia chegará.

Se a pessoa está casada com o outro, e não me refiro necessariamente no papel, mas sim na junção das almas que se complementam/ completam então perante Deus pode existir um envolvimento sexual sem qualquer problema assim o envolvimento seja sempre feito com intuição e pensamentos verdadeiramente puros. Não só o envolvimento sexual ocasional ao longo da vida (digamos que algumas vezes ao longo do mês quando ambos o desejam) é saudável como ajuda à evolução de ambos a nível espiritual com a troca dos fluídos... o sexo não é só para procriação.
O casamento no papel, certamente que torna o matrimónio ainda mais sério perante os outros e os próprios, mas não é a condição essencial para se ser considerado casado perante Deus.

Da mesma forma quando um dos dois quer terminar o casamento, é isso em si prova que o mesmo está terminado e o mesmo deve ser terminado de imediato... o facto de um (ou mesmo os dois) querer acabar é prova disso mesmo, que o casamento está terminado e não é mais legítimo... se algumas instituições humanas acham diferentemente então terão de ser elas a ajustar-se. Duas pessoas que estejam felizes num casamento verdadeiro jamais lhes passará pela cabeça terminar o relacionamento mesmo perante as adversidades que certamente irão querer superar junto daquele que o complementa/ completa.

A conversa de Deus juntar, é obviamente incompreensão, pois o que acontece é que as pessoas podem ser complementadas/ completadas normalmente por várias pessoas, não têm de ser por uma bem determinada pessoa, exceptuando em alguns casos específicos (ex.: certas missões terrenas), pelo que esse juntar diz respeito ao facto de ambas as pessoas se complementarem/ completarem uma à outra verdadeiramente e reconhecerem simultâneamente no outro aquele que querem ter a seu lado, e é aí que tal relacionamento é considerado legítimo perante a Luz e que terceiros não devem interferir prejudicando de alguma forma, logo desde esse primeiro momento desse reconhecimento mutuo.
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  Tópico: Abstinência sexual nos recasados divide Igreja Resposta #4Fevereiro 13, 2018, 16:10:24
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Feminino
» Resposta #4 em: Fevereiro 13, 2018, 16:10:24

É daquelas parvoíces que só pode derivar do intelecto doente... para ir colocando um ponto final na maldita igreja católica que tantos ajudou a desviar do caminho correcto... ainda vai demorar a desaparecer mas esse dia chegará.

Se a pessoa está casada com o outro, e não me refiro necessariamente no papel, mas sim na junção das almas que se complementam/ completam então perante Deus pode existir um envolvimento sexual sem qualquer problema assim o envolvimento seja sempre feito com intuição e pensamentos verdadeiramente puros. Não só o envolvimento sexual ocasional ao longo da vida (digamos que algumas vezes ao longo do mês quando ambos o desejam) é saudável como ajuda à evolução de ambos a nível espiritual com a troca dos fluídos... o sexo não é só para procriação.
O casamento no papel, certamente que torna o matrimónio ainda mais sério perante os outros e os próprios, mas não é a condição essencial para se ser considerado casado perante Deus.

Da mesma forma quando um dos dois quer terminar o casamento, é isso em si prova que o mesmo está terminado e o mesmo deve ser terminado de imediato... o facto de um (ou mesmo os dois) querer acabar é prova disso mesmo, que o casamento está terminado e não é mais legítimo... se algumas instituições humanas acham diferentemente então terão de ser elas a ajustar-se. Duas pessoas que estejam felizes num casamento verdadeiro jamais lhes passará pela cabeça terminar o relacionamento mesmo perante as adversidades que certamente irão querer superar junto daquele que o complementa/ completa.

A conversa de Deus juntar, é obviamente incompreensão, pois o que acontece é que as pessoas podem ser complementadas/ completadas normalmente por várias pessoas, não têm de ser por uma bem determinada pessoa, exceptuando em alguns casos específicos (ex.: certas missões terrenas), pelo que esse juntar diz respeito ao facto de ambas as pessoas se complementarem/ completarem uma à outra verdadeiramente e reconhecerem simultâneamente no outro aquele que querem ter a seu lado, e é aí que tal relacionamento é considerado legítimo perante a Luz e que terceiros não devem interferir prejudicando de alguma forma, logo desde esse primeiro momento desse reconhecimento mutuo.



Concordo com quase tudo... Mas interroga-me como é que a troca de fluídos em si leva à evolução espiritual ?

Mas qual polémica? Hoje em dia tudo serve para criar "polémicas" sem sentido.

Isto tudo vem no seguimento dos novos critérios para a anulação do casamento católico. Antes, um casal casado pela igreja ficava casado aos "olhos de deus", mesmo que se divorciasse legalmente. Apesar de ser dito que "não separe o homem o que deus uniu", parece que afinal os homens até podiam separar o que deus uniu, mas só ao fim de algum tempo. Caso fosse apenas um dos membros do casal a pedir a anulação, acho que o processo levava 5 anos, mas caso fossem os dois a pedir, levava "só" 2 anos.

Ora, durante este período, caso as pessoas refizessem as suas vidas com outro parceiro estariam a viver em pecado, o que é uma chatice e acabava por afastar as pessoas da igreja já que estes "pecadores" acabavam muitas vezes por ser ostracizados dentro da igreja.

Para prevenir estes inconvenientes, estes prazos foram revistos e parece que é possível anular o que deus uniu em alguns meses (3, parece-me) e assim estas pessoas - que são cada vez mais - deixam de ser pecadores aos olhos do Senhor. E portanto, já não há necessidade de os ostracizar e afastar da igreja.

O que o Cardeal disse não tem nada de escabroso dentro daquilo que são os preceitos da igreja católica pois que eu saiba, para a igreja católica o sexo só é permitido dentro de um casamento. Portanto, se um casal católico recasado tem um dos seus membros em "situação irregular", isto é, um deles ainda não tem o casamento anterior anulado, o melhor é fazê-lo para que se possa casar com o novo parceiro pela igreja o mais rapidamente possível.

Até lá, e tal como todos os outros humanos que pisam nesta Terra, se o casal andar a pinar fora do sacramento sagrado, está a pecar.

Isto não é óbvio?! Huh?

Tanta confusão por causa de nada... não é tão simples de ver e entender que o homem não está a querer afastar as pessoas da igreja, pelo contrário!, está é a querer que as pessoas voltem à igreja e se recasem, agora que os processos de anulação são mais rápidos - ou vão ser, não sei se isso já é uma realidade.

"Não se fiquem pelas confissões, que não dão dinheiro a ganhar a ninguém... venham casar. Paga-se, é verdade. Mas é "uma festa mais bonita". Se não resultar, anula-se o casamento. Paga-se, é verdade. Mas ao menos não estão em pecado e se encontrarem de novo o amor, podem casar outra vez. E sim, paga-se. Mas o que são uns trocos para estar de bem aos olhos do Senhor?"


...e alguém acha que o Cardeal está preocupado com o "pecado"? Por favor...  RollEyes



Segundo o Código de Direito Canônico da Igreja, os motivos pelos quais se pode anular um casamento são os seguintes:

A. Falhas de consentimento (cânones 1057 e 1095-1102)

1. Falta de capacidade para consentir (cânon 1095)
2. Ignorância (cânon 1096)
3. Erro (cânones 1097-1099)
4. Simulação (cânon 1101)
5. Violência ou medo (cânon 1103)
6. Condição não cumprida (cânon 1102)

B. Impedimentos dirimentes (cânones 1083-1094)

7. Idade (cânon 1083)
8. Impotência (cânon 1084)
9. Vínculo (cânon 1085)
10. Disparidade de culto (cânon 1086,- cf cânones 1124s)
11.. Ordem Sacra (cânon 1087)
12. Profissão Religiosa Perpétua (cânon 1088)
13. Rapto (cânon 1089)
14. Crime (cânon 1090)
15. Consangüinidade (cânon 1091)
16. Afinidade (cânon 1092)
17. Honestidade pública (cânon 1093)
18. Parentesco legal por adoção (cânon 1094)

C. 19. Falta de forma canônica na celebração do matrimônio (cânones 1108-1123)


Uma conhecida anulou o casamento após 3 meses, por uma destas razões.
« Última modificação: Fevereiro 13, 2018, 16:25:56 por DeepGirl »


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  Tópico: Abstinência sexual nos recasados divide Igreja Resposta #5Fevereiro 13, 2018, 22:11:30
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» Resposta #5 em: Fevereiro 13, 2018, 22:11:30

Concordo com quase tudo... Mas interroga-me como é que a troca de fluídos em si leva à evolução espiritual ?
Talvez seja melhor explicar que a união corporal não tem como finalidade apenas a fecundação, mas deve realizar-se aí o não menos valioso e necessário processo de uma fusão íntima e uma permuta de fluídos mútuos para maior desenvolvimento de forças.
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  Tópico: Abstinência sexual nos recasados divide Igreja Resposta #6Fevereiro 14, 2018, 09:11:46
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Feminino
» Resposta #6 em: Fevereiro 14, 2018, 09:11:46

Talvez seja melhor explicar que a união corporal não tem como finalidade apenas a fecundação, mas deve realizar-se aí o não menos valioso e necessário processo de uma fusão íntima e uma permuta de fluídos mútuos para maior desenvolvimento de forças.


Ah ! Assim entendo...
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