Continuação do Artigo Principal. (Peço a um moderador que apague esta parte em negrito e sublinhado e que una, a partir do título com a linha separatória, á primeira parte do tópico. Por alguma razão não estou a conseguir modificar o tópico de forma a continuá-lo).
Lizzie Borden Took An Axe
(Lizzie Borden Pegou Num Machado)
Andrew BordenNo dia 4 de Agosto de 1892, os corpos de Andrew Borden, 70 anos, e Abby Borden, 65, foram encontrados na sua casa em Fall River, Massachusetts. O corpo de Andrew estava estendido no sofá da sala, a sua face cortada por 11 golpes. Foi a sua filha, Lizzie, quem o encontrou. Ela tinha na altura 32 anos e viva na casa. A outra única pessoa na casa era a criada, Bridget Sullivan.
Lizzie mandou Bridget procurar um médico, dizendo que tinha ido ao celeiro, deixando a porta das traseiras destrancada. Quem quer que tivesse morto o seu pai, disse ela, só podia ter entrado por ali. Não demorou para que um vizinho que se ofereceu a ajudar lizzie encontrasse o corpo da madrasta desta no andar de cima, no quarto, morta com cerca de 18 a 20 golpes de machado.
Lizzie Borden A casa na 92 Second Street abriu portas em 1996 como um Bed and Breakfast ( Residencial de pernoite). Desde então que já mudou de mãos, mas ainda oferece estadias, visitas guidas, uma loja de presentes... e algo mais. Com a ajuda de fotos do local do crime, a casa foi mobilada de modo a representar as suas condições naquela manhã de Agosto.
Lizzie, a principal suspeita, passou por um julgamento e foi de facto absolvida. As pessoas de Fall River gostam de dizer que ela teve um julgamento justo, mas os estudiosos do crime sabem que as provas mais incriminatórias, como a sua tentativa de comprar ácido prússico no dia anterior e as suas declarações inconstantes durante os interrogatórios, nunca foram admitidos. É comum encontrar pessoas que acreditam que os advogados de defesa de Lizzie manusearam a acusação e libertaram uma assassina.
À Caça de Fantasmas na Casa Borden
Capa do Livro: Ghost: Investigating the Other Side (Fantasma: Investigando o Outro Lado) Em Ghost: Investigating the Other Side (Fantasma: Investigando o Outro Lado), a autora ficou na casa durante a noite, numa altura em que não havia mais ninguém a pernoitar na casa. Ela levou vários instrumentos para caçar fantasmas consigo, e "acampou" no andar de cima, no quarto onde Abbgy Borden fora brutalmente atacada até á morte por alguém que estava claramente zangado com ela. As histórias contam que o quarto tem uma senhora idosa que aconchega as pessoas na cama. De seguida está um excerto dos detalhes da experiência:
"Uma técnica muito utilizada por caçadores de fantasmas experienciados é conhecido por FEV (EVP), ou fenómeno de voz electrónica. Coloca-se um gravados e poderá captar uma voz que não consegue ouvir, mas que fica registada na gravação. As pessoas dizem ouvir vozes de alguém que conheciam ou alguém que chama os seus nomes. Eu pessoalmente consegui uma vez um muito claro e perfeito 'Socorro!' numa Residencial em Gettysburg, perto do campo de batalha.
"Então fui para a cama no quarto John Morse onde Abby encontrou o seu destino e liguei o gravador. De facto eu dormi e sonhei com uma mulher que falava comigo. Na manhã seguinte, fui ver o gravador e...estava desligado. Algures durante a noite, por alguma razão para mim desconhecida, devo tê-lo desligado..."
Ou não. Em nenhuma outra altura a autora teve a mesma experiência, embora tenha gravado em muitos outros locais antes e depois. A visita guiada desse dia descreve as experiências dela ter ficado trancada do lado de fora enquanto conduzia as pessoas aos diferentes quartos. Em adição, pessoas chegaram a descrever as experiências que tinham tido, desde uma estranha névoa branca que emanava da cozinha a locais frios ou o som de portas a baterem.
The Lizzie Borden Bed & Breakfast A autora ouviu dois psíquicos que haviam visitado a casa e que insistiam depois de terem feito a leitura das vibrações espirituais que Andrew tinha sido morto na cozinha e arrastado para o sofá, e que o cão de um dos donos se recusara a subir o primeiro lance de escadas. Um agradecimento colocado nos quartos incluía uma nota aos visitantes: " Se a porta subitamente se abrir ou fechar sozinha, por favor levem isso com bom humor, pois somos apenas mortais e não podemos controlar as nossas visitas sobrenaturais. Eles são por norma bem comportados, mas por vezes tendem a ser maldosos."
Os novos proprietários parecem ter os mesmos sentimenos, pois oferecem visitas guiadas , uma loja de presentes e recordações, e reconstruções do local do crime aos seus visitantes, assim como um pequeno-almoço baseado no que os Borden comeram antes de encontrarem o seu fim. É também possível que o visitante sortudo possa ver Abby...ou Lizzie.
E por falar em massacres familiares, vamos dar um salto a New Jersey para um sensacional crime que provocou o seu próprio resultado espectral.
Massacre
Restaurante Jimmy's, Morristown, Nova JérseaNa 217 South Street em Morristown, New Jersey está um restaurante que mudou de mãos muitas vezes. Talvez tenha algo a haver com as perturbações fantasmagóricas que por ali acontecem. Alguns donos contaram os contos, enquanto outros mantêm o trágico passado do edifício em segredo. De momento, o sítio é o Jimmy's.
John Sayre construíu o local em 1749 para a sua família, e foi um local pacífico até 1833, quando Samuel Saylor contratou um marinheiro imigrante, Antoine Le Blanc, para ser o seu faz-tudo. Segundo alguns relatos, Le Blanc tornou-se ganancioso e por outros, ele estava apaixonado pela filha ou pela criada de Sayre, que lhe resistiu. De qualquer forma, uma noite, ele usou uma pá para matar todos os Sayres e um machado para matar a criada, Phoebe, Depois pegou em todo o dinheiro que encontrou e fugiu.
Mas não levou muito a que o apanhassem. Levaram-no de volta a Morristown e colocaram-no em julgamento. Foi um evento que alegadamente atraiu milhares, assim como o seu enforcamento depois de ser considerado culpado. Uma vez que as pessoas estavam loucas por fazer parte do evento, os oficiais da cidade decidiram esfolar o criminoso e vender partes da sua pele. As pessoas compravam-nas para fazerem carteiras, porta-moedas, e abajours, e alguns destes items podem hoje ser vistos no Morristown Museum.
Eventualmente a casa foi comprada e transformada num estabelecimento de restauração. Em 1957, um incêndio deflagrou e quase destruíu todo o complexo, mas foi eventualmente restaurado. Quando se tornou no Wedgewood Inn, as histórias acerca de assustadores eventos proliferaram. O quarto conhecido por ser o de Phoebe parecia ter sempre temperaturas diferentes das outras áreas, normalmente mais frio. Algumas empregadas viram o seu reflexo num espelho, e uma alegou ter visto uma mão ensaguentada sair de um dos quadros. Coisas moviam-se e as pessoas podiam sentir mãos nos seus ombros sem que ninguém estivesse atrás delas. Em adição, depois de encerrarem á noite, o que envolvia apagarem as velas nas mesas, os funcionários podiam várias vezes encontrar velas acessas novamente lá dentro.
Antoine Le Blanc, esboço Em alguma altura, o restaurante tornou-se na Society Hill, e o proprietário arrojadamente decidiu inaugurá-lo no dia de aniversário da tragédia. Na nooite da grande abertura, uma terrina rachou-se a partiu-se, despejando todo o seu conteúdo na mesa e no chão. Seria um fantasma a exigir atenção?
Psíquicos indicam que tanto Le Blanc como Phoebe se encontram no local como entidades sem descanso. (O que não admira uma vez que, de acordo com L'Aura Muller, cuja avó foi dona de uma das carteiras de pele de Le Blanc, dois físicos usaram corrente eléctrica no corpo de Le Blanc de forma a ressuscitá-lo.). Tentaram exorcizar os espíritos, mas cozinheiros e funcionários do Jimmy's continuam a descrever sensações estranhas. Uma empregada de mesa disse que foi totalmente rodopiado por uma força invisível. Eles levam tudo na desportiva, mas poucos são os que desejam fechar as portas á noite sozinhos.
Existem muitos locais assombrados pelo país fora como o Jimmy's que aparentam ter histórias legítimas, independentemente confirmados por inúmeras pessoas, mas existe sempre a possibilidade de fraude, e um sítio é internacionalmente reconhecido por isso. Uma vez que um acto de extrema violência ocorreu no seu interior, vale a pena incluí-lo.
A Controvérsia de Amityville
Casa de Amityville (do filme)Casa de Amityville (na época)Casa de Amityville (recente) Em Amityville, Nova Iorque, um massacre familiar foi levado a cabo uma noite que faria da casa e do local do crime famosos bem para lá desse bairro. Ronald "Butch" DeFeo Jr., 23 anos, cresceu numa casa afluente. Em 13 de Novembro de 1974 aproximadamente ás 3:00 da manhã, pegou numa espingarda Marlin calibre .35 e matou os seus pai, mãe, duas irmãs e dois irmãos, nas suas camas. O mais novo tinha apenas 9 anos. Butch depois despiu-se, tomou banho e voltou a vestir-se. Limpou o local do crime, apanhou os cartuchos e colocou-os juntamente com as suas roupas ensanguentadas dentro de uma fronha de almofada. Este "pacote" ele enfiou dentro de um esgoto no caminho para o trabalho e desfez-se da arma para um canal.
Á noite, chamou a polícia para reportar que a sua família tinha sido morta, e mencionou o envolvimento da Máfia. Depois a sua história mudou, e não foi preciso muito tempo para que ele se torna-se no principal suspeito. E mesmo assim, a sua história continuava a mudar.
A um psiquiatra, ele admitiu (ou simulou) ter apagões nos quais fazia coisas das quais não se lembrava. Eventualmente disse ter agido em própria-defesa durante uma violenta discussão familiar, e depois que fora a sua irmã quem cometera os crimes usando a sua arma. Finalmente, ele afirmou que a polícia o havia coagido a uma falsa confissão da sua parte. Por último, disse ter matado porque era Deus, e deu-se como inocente por razões de insanidade. Alguns dizem que ele tencionava safar-se e ficar com o dinheiro da família.
Ronald "Butch" DeFeo, foto prisional O Dr. Daniel Schwartz, psiquiatra, confirmou as alucinações e crenças que Butch tinha de que a sua família o estava a tentar apanhar. Ele tinha actuado contra eles num estado psicótico, indicou Shwartz, e como tal, não podia ser responsabilizado pelos seus actos. Schwartz baseou-se no auto-relato de que este não ouviu os disparos como forma de uma desassociação psicótica, e negou que este estivesse a simular. Butch levou a cabo as execuções sem sentimentos, continuou a argumentação, por isso tinha de estar louco. A sua tentativa de esconder as provas era irracional.
Também havia um psiquiatra do lado da acusação: o Dr. Harold Zolan. Ele diagnosticou a Butch uma desordem antisocial na sua personalidade. Ele distinguia o bem do mal e apreciava as consequências dos seus actos; daí que tenha escondido as provas que o ligavam ao crime. O seu processo psiquiátrico da sua adolescência indicava que ele era passivo-agressivo e socialmente impotente.
Depois dos homicídios, Butch escreveu uma longa lista de cinquenta pessoas que desejava matar. Ele repetidamente indicou que não sentia nada por ter matado a sua família, fora ter ficado satisfeito e aliviado por eles estarem mortos. Embora alguns profissionais que estudaram o caso tenham indicado que a violência familiar e o modelo de decepção e roubo podem ter sido os principais responsáveis pela chacina de Butch, na verdade, ninguém sabe com certeza.
Capa do Livro: The Amityville Horror (Horror de Amityville) A casa foi vendida e acabou a ser o palco de outra fraude, O Horror de Amityville, um livro e um filme baseado na ideia de que a casa tinha sido construída num cemitério índio (ou num local onde os Shinnecocks mantinham os seus insanos) e os espíritos desassossegados tinham feito com que quem vivesse lá se tornasse violentamente louco. George e Kathy Lutz tinham-se mudado para a casa e tinham sido rapidamente atacados. George supostamente adoptou a aparência de Butch e Kathy tinha constantes sonhos acerca do assassínio familiar. Um padre que fora abençoar a casa supostamente ficou bastante doente.
O seu advogado mais tarde afirmou que eles tinham delineado o esquema juntos, mas processou-os com pedido de indemnização e eles processaram-no a ele pelo que ele disse,e ninguém ficou a saber bem o que fazer com todo o caso. Alguns investigadores do paranormal afirmaram que o local estava de facto assombrado, mas cépticos apontaram os inúmeros erros na história e para o facto da família que se mudou para a casa depois dos Lutz não experienciaram qualquer efeito negativo.
Todavia, parece haver casos em que a casa apenas necessita de tempo para recuperar após um "evento estigmatizante", como aconteceu em Chicago.
Onde a relva não cresce
John Wayne Gacy, foto de detenção John Wayne Gacy foi preso em 1978 e considerado culpado do assassinato de 33 rapazes, muitos deles enterrados no espaço por baixo da sua própria casa. Terry Sullivan, do departamento da polícia conta a história em Killer Clown (Palhaço Assassino). Gacy tinha vivido com o cheiro a morte durante vários anos. Após a sua detenção, ele confessou os crimes, mas depois fingiu ter uma segunda personalidade, "John Hanley", que era responsável pelos crimes, por isso os seus advogados ofereceram como defesa insanidade baseada em compulsão para matar. Um número de psicólogos e psiquiatras colocarem Gacy através de uma série de instrumentos e chegaram a uma grande variedade de diagnósticos. A reivindicação primordial foi que ele havia experienciado um "irresistível impulso" quando matou cada um dos jovens, e graças ao álcool teria "apagado" ou perdido as suas inibições até um ponto em que era incapaz de se controlar. Isto era mantido com a fraseologia da defesa por insanidade numa altura em que no Illinois era permitido que uma pessoa podia saber que o que estava a fazer era errado mas era de qualquer forma incapaz de parar.
O juri rejeitou a defesa, maioritariamente porque o Procurador foi capaz de demonstrar que Gacy tinha planeado vários assassinatos e a sua equipa de psicólogos insistiram que um impulso irresistivel não pode ser planeado de antemão - especialmente não várias vezes. Gacy também mostrava ter muito boa memória dos crimes e onde tinha colocado cada um dos cadáveres dos jovens - uma indicaçãode que ele não tinha "apagado".
Enquanto os investigadores procuravam pelos corpos, a casa de Gacy foi literalmente desmontada. Eles procuraram do sótão á cave, abriram buracos no chão da garagem e cavaram até uma profundidade de 7/8 metros no pátio exterior com uma retroescavadora. Quando finalmente decidiram que tinham encontrado todos os restos mortais possíveis naquele local, o sítio parecia um desastre. A decisão final foi de apenas nivelar o solo.
Casa de Gacy após a demolição Eventualmente os vizinhos fartaram-se de ter este monstro no seu seio e afastaram as memórias das imagens dos corpos a serem levados. Mas a antiga propriedade de Gacy não recuprou, como se a própria terra estivesse de luto pelo abuso sofrido. Alegadamente a relva não voltou a crescer mesmo depois de dois ou três verões terem passado.
Eventualmente a propriedade adquiriu novos donos que construíram uma casa e alteraram a morada. Eles não desejavam mais turistas mórbidos a chatear. E para eles, a relva cresceu e as feridas sararam, embora se diga que os seis ou oito homens e rapazes que nunca foram identificados ainda por lá andam.
Se isso for verdade, então deve de haver muitos espíritos na zona da próxima propriedade assombrada.
Os Bender
Na altura em que o Kansas ainda era uma fronteira a ser montada por imigrantes, viajantes que passavam pela parte do Sudeste do estando encontravam uma calorosa recepção e entretenimento á beira da estrada na cabana da família Bender. Os Bender haviam chegado da Alemanha por volta de 1870 e construído a sua casa entre Thayer e Gelesburg como uma loja de conveniência e uma estação de serviço ao lado da estrada. Katie a filha mais velha era aparentemente espiritualista que dizia chamar fantasmas (pelo menos, passava por uma) e tinha charme suficiente para ficar a saber o estado financeiro de um viajante e persuadi-lo a sentar-se num certo sítio para jantar ou para ler. Atrás deles estava uma cortina espessa, e atrás estava o Velho Bender com uma marreta. Ele entregaria o golpe fatal, enquanto a Mamã Bender, Katie e John, Jr. removiam o dinheiro da vítima e o largavam através de um alçapão.
Capa do Livro: No Rest for the Wicked (Sem Descanso Para Os Distorcidos) Alguém acabaria por vir a notar, e quando o Dr. William York desapareceu em 1873, o seu irmão, que sabia da existência dos Bender, foi procurá-lo. Enquanto esteve na casa, aconteceu ele ter reparado em algo que pertencia ao seu irmão, embora os Bender tenham negado veemente. Ele foi procurar pelas forças da lei. Os Bender abandonaram o local antes que alguém os pudesse prender, e quando uma forte chuvada caiu e deixou a descoberto a linha de várias campas no pomar o local inteiro foi cavado. Foram exumados dez cadáveres, incluindo uma criança que havia sido atirada para a vala viva e acabou esmagada debaixo do cadáver do seu pai. (Outros testemunhos dizem que o número de corpos ultrapassava as duas dúzias).
Esta história correu a nação, adicionando os "Hell Benders" aos contos de Índios e fora-da-lei que eram verdadeiras ameaças para as famílias que tinham a esperança de se fixar nas terras mais a Oeste. Caçadores de lembranças desmontaram a cabana dos Bender, adquirindo pedaços de madeira e pregos e qualquer coisa que pudesse ser vendida por valores exurbitantes. qualquer coisa que tenha sobrado foi arrasada, e apenas um enorme buraco ficou no lugar onde tinha estado a casa e a loja. Os Bender foram por diversas vezes identificados no Norte e no Sul do país, mas nenhuma das visualizações se provou acertada. Um agente da paz do Utah acreditava ter apanhado o Velho Bender e prendeu-o por homicídio, mas o suspeito morreu e decompôs-se sem que uma identificação acertada pudesse ser feita. No entanto, a sua caveira foi-lhe retirada e colocada no salão local para ser vista como sendo do malogrado criminoso.
Em No Rest for the Wicked, Troy Taylor escreve acerca de assombrações no rescaldo da violência. Entre os seus contos está o que aconteceu na antiga propriedade dos Bender. Ele indica que os fantasmas das vitimas continuam a passear pelo buraco vazio, e que é possível ouvi-los guinchar e gemer no escuro. Também se diz que o espírito de Kate regressou ao local- Um testemunho diz que ela foi apanhada e queimada viva, mas tal nunca foi verificado.
Por falar nos Bender, vamos visitar um - sem relação com esta sangrenta equipa - cujo talento ajudou a virar o homicídio para um lado positivo.
"Recompositor" dos Decompostos
Frank Bender O estúdio de Frank Bender em Philadelphia está colocado numa loja de carne que foi convertida. Com 88 pés de comprimento, está cheia de, não só pinturas e esculturas de Bender, como também uma boa quantidade de antiguidades. Como adição, pode-se ver o molde de um esqueleto pendurado numa pintada, uma escultura de bronza, caveiras de brilham ou uma serie de bonitas pinturas em pastel. Também verão o busto de barro de um qualquer caso em que possa estar a trabalhar, pois Bender é um artista forense internacionalmente reconhecido.
Ele teve o seu início como um bom artista e fotógrafo, e nunca foi sua ambição trabalhar com os mortos. Mas em 1976, foi convidado para visitar a morgue para aprender mais acerca da anatomia humana. Enquanto lá esteve, viu um corpo em decomposição que estava por identificar, úmero 5233. A mulher tinha sido baleada três vezes na cabeça e deixada perto do aeroporto. A possibilidade de identificá-la parecia já impossível, mas Bender disse acreditar saber como ela se parecia. Para o provar, ele comprometeu-se a fazer uma escultura da sua caveira e conseguiu uma parecença tão grande que a 5233 eventualmente ganhou um nome. Isso levou ao seu assassino, que foi finalmente acusado. Não levou muito tempo até que fosse convidado para mais casos forenses pelas autoridades locais e estatais, e até mesmo pelos U.S. Marshals.
Capa do Livro: Ghosts Among Us (Fantasmas Entre Nós)
Leslie Rule, filha da escritora de crimes reais Ann Rule, entrevistou Bender no seu estúdio para o Ghosts Among Us, com a sugestiva introdução que talvez a sua intuição fenomenal fosse assistida pelo "outro lado" - que as vitimas quisessem os seus casos resolvidos e os seus restos mortais identificados. Ela conta a história de uma menina, Aliyah Davis, de West Philadélphia. Em 1981, Aliyah tinha 5 anos. A sua mãe e padrasto foram ambos abusivos e uma noite mataram-na á pancada. Depois ela desapareceu e ninguém fez perguntas.
Eventualmente os seus restos mortais foram encontrados num baú em 1992, mas ninguém sabia quem ela era. Bender trabalhou na caveira, tentando dificilmente recriar o que ele acreditava ser o seu aspecto, mas, como Rule afirma, sentindo-se frustrado com os resultados. Depois ele teve um sonho em que estava a caminhar para a morgue. No interior estava uma menina africana com totós de lado da cabeça sentada num banco. Ela sorriu-lhe, e ele ficou a saber o que precisasva de fazer com a escultura. Não é difícil de acreditar que isto realmente aconteceu quando ouvimos Bender descrever o seu trabalho. Parece ser mais do que apenas capacidade artística.
Antes de começar uma escultura, Bender junta toda a informação visual que consegue acerca do sujeito. Ele também requer qualquer roupa ou itens encontrados com o cadáver, se for isso com o qual está a trabalhar, e todos os relatórios patológicos. Depois ele estuda a caveira, anotando marcas únicas, desde a sobrancelha até á cavidade nasal até á linha do queixo. Geralmente, a sua técnica envolve fazer primeiro um esboço da caveira (ou usar a caveira verdadeira). Pequenos buracos são feitos para pegas de madeira ou vinil serem inseridas para medir a profundidade do tecido facial. Depois barro de modelar preenche os músculos e linhas á volta do nariz, boca, bochechas e olhos, e uma fina camada de plástico ou barro é colocado sobre o molde. Traços faciais são formados para captar o aspecto básico da pessoa, e uma peruca e olhos artificiais são adicionados, juntamente com maquilhagem.
Estúdio de Frank Bender
"Existe um ritmo através da natureza," ele disse, "uma harmonia, quer seja na dança, na pintura, escultura ou musica, por isso tento trabalhar com isso."
Uma vez que a escultura esteja da maneira que ele deseja, ele faz um molde de borracha e fibra de vidro plastificada, depois pole tudo até ficar satisfeito. O passo final é tirar uma foto para folhetos, jornais e televisão.
No caso da menina encontrada no baú, Bender conseguiu recriar a face através dos detalhes do seu sonho, incluindo o penteado. Uma imagem disto foi colocada num folheto juntamente com um pedido de informações. Levou 6 anos, mas finalmente alguém viu o folheto e reconheceu a menina. Era o seu pai biológico, que tinha sido separado dela quando a sua mulher ganhou a custódia. Ele notificou a polícia e estes encontraram os assassinos de Aliyah, trazendo-os á justiça.
Não muito longe noutra área do estado, uma outra inteira família de crianças tornou-se vitima.
Caça de Fantasmas
Os canais aquáticos estão invariavelmente assombrados, embora muito pouca gente possa acreditar que um canal possa ter água suficiente para que uma pessoa se afogue. Charles Adams, autor de inúmeros livros de contos de fantasmas, descreve o homicidio em massa que ocorreu num lugar assim, em Ghost Stories of Berks County (Estórias de Fantasmas de Berk County).
Capa do Livro: Ghost Stories of Berks County (Estórias de Fantasmas de Berks County) A Sra. Phillip Bissinger tinha os seus três filhos consigo no dia 17 de Agosto de 1875, não muito longe de Reading, Pennsylvania. Mollie, Lillie e Phillip andavam a seu lado no caminho de mulas perto do nó 49 do Union Canal, enquanto colecionavam pedras para porem no cesto que ela laçara á sua cintura. Adams ofereceu um sumário dos jornais daqueles dias, que indicavam que em determinada altura, a Sra. Bissinger de repente arrebatou as três crianças, abraçou-as com força, e lançou-se com eles para as águas profundas, matando-se e ás crianças. Também matou o bebé que crescia dentro dela. Ninguém soube porquê, mas especulações aacerca dos seus motivos partiram de psicose a depressão por circunstâncias difíceis.
Um juri do médico legista descobriu que a mulher tinha ficado tão pesada pelas pedras no seu cesto que era impossível escapar dos sete pés de profundidade em que ficou. Um homem viu-os ir ao fundo, mas como não os pôde assistir, foi buscar ajuda. Os corpos foram retirados um a um e colocados em Reading, uma vez que alguém levou a noticia ao Sr. Bissinger, que foi assolado pelo horror e pela dor. O incidente provou ser sensacional o suficiente para que um livro inteiro fosse dedicado a ele, e visitas guiadas ao canal ainda hoje mencionam o acontecimento.
Adams decidiu Ver por ele próprio se o espírito da Sra. Bissinger ainda andava pelo canal, como a lenda dizia. Ele foi lá uma noite escura com vários repórteres. Como ele diz, depois de não terem sucesso, estavam a ir embora, desapontados, quando um dos repórteres se agarrou ao próprio peito e pareceu incapaz de respirar ou falar. Ele acabou por se recompor, mas foi incapaz de explicar o que se tinha acabado de passar consigo. Adamas perguntou-se se não teria sido um espírito a tentar entrar no seu corpo.
E por falar em vitimas inocentes, elas podem também muito bem serem adultos. Um típico exemplo de uma assombração é alguém ser castigado por um crime que não cometeu, e deseja deixar algo para trás para lembrar as pessoas da injustiça praticada.
Crime Contra a Inocência
Em Jim Thorpe, Pennsylvan, anteriormente conhecida como Mauch Chunk, os Protestantes Ingleses e Galeses eram donos das minas de carvão, mas eram os Católicos Irlandeses que lá trabalhavam. Eles trabalhavam longas horas e sofriam acidentes frequentes, ganhando o mínimo dinheiro possível para sobreviverem. Eles também eram forçados a pagar o seu prórpio equipamento, mais um insulto.
Durante meio dos anos 1800, a raiva contra as companhias de minagem e os seus representantes cresceu em segreedo formando uma sociedade secreta de Irlandeses violentos conhecidos como Molly Maguires. Eles levaram a cabo actos de sabotagem, que custaram á companhia tempo e dinheiro. Depois, quando Frank B. Gowan tornou-se presidente da Reading Railroad Company em 1869, ele decidiu destruir as uniões, e isso significava atacar os Molly Maguires. Para os parar, contratou Allen Pinkerton, que colocou um agente entre os Mollies. Este juntou provas suficientes que resolveram vários assassinatos na área, e sete dos Mollies foram presos em 1877 e levados para a prisão.
Alexander Campbell, retrato Alexander Campbell era um deles. Enquanto admitiu ser um dos "acessórios" porque esteve presente num dos homicídios, o tribunal declarou-o culpado de homicídio em primeiro grau. Ele continuou a insistir na sua inocência, mesmo enquanto o arrastavam para a sua cela, a cela número 17. Antes de ser fisicamente retirado ele colocou a sua mão na parede e afirmou que a marca da sua mão ficaria ali visível como prova de que o que dizia era a verdade. "Esta é a mão de um homem inocente!" exclamou. Mas culpado ou não, ele devia servir de exemplo para todos os que pensassem tornarem-se membros dos Mollies, por isso acabou por ser enforcado.
De acordo com a lenda, como recontada em Weird Penssylvania (Estranha Penssylvania), após mais de um século e várias camadas de tinta nessa parede, a impressão da mão ainda hoje é visível. Supostamente, cada vez que a tentam tapar ela misteriosamente reaparece para relembrar da tragédia de executar um homem inocente - especialmente em nome da ganância. Pode ser vista em visitas guiadas do Old Jail Museum (Velho Museu da Prisão), que fica na antiga Carbon County Jail ( Prisão do Condado de County). Afirmativamente, algum equipamento de alta-tecnologia ocasionalmente falha quando tenta captar esta imagem.
Querelas e violência parecem criar fantasmas, ou pelo menos histórias de fantas, e por vezes as vitimas idirectas são quem acaba por sofrer.
EM DESENVOLVIMENTO