O Anjo de Portugal é, até hoje, o único Anjo da Guarda de um país com culto público oficializado e foi o único Anjo da Guarda de uma nação que apareceu aos homens."
* * *
(...)
Portanto, este Ser não é um Anjo no sentido mais restrito do termo, isto é, enquanto termo aplicável a esta onda de vida (Anjos) que, de modo simplificado, se encontra um passo à frente da onda vida humana, assim como nós nos encontramos um passo à frente da onda de vida animal.
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(...) cada Arcanjo, que atua como espírito da nação pela qual é responsável, irradia, na atmosfera dessa nação, diversas imagens, idéias ou sentimentos e, por conseguinte, influencia a estrutura corporal, a linguagem, os hábitos, os costumes e os sentimentos dos habitantes. Todas as pessoas respondem à influência dos espíritos de raça, nação e família até que desenvolvam a força de vontade, a consciência e a capacidade de julgamento necessárias para se tornarem seus próprios guias.
-- Glover, Elsa M. Science and Religion. Vantage Press (New York). ISBN 0-533-07048-1. 1987
-- Glover, Elsa M. Science and Religion. Vantage Press (New York). ISBN 0-533-07048-1. 1987
Para um maior aprofundamento desta perspectiva permitam-me aconselhar uma leitura atenta do seguinte escrito, da segunda década do séc. XX (1910s), do Cristão místico e ocultista Max Heindel, publicado em colectânea póstuma (1922):
O Nosso Governo Invisível (tradução do Cap. XIV de Gleanings of a Mystic)
Quiçá possam os singelos ensinamentos deste pequeno texto derramar alguma luz sobre os pés de barro do nosso actual Portugal, dito de moderno, quando em tempos idos brilhou com esplendor, durante séculos, sob o ideal e missão de « dar novos mundos ao mundo ».
Grato pela atenção,
Bem hajam.
