
Acredito que tudo tem um propósito de existir e de acontecer.
Quanto ao livro, é demasiada informação para falar aqui, tornar-se-ia demasiado extenso e cansativo para eu explicar.
Um dos temas lá abordado é exactamente este... teremos, enquanto humanos, total livre arbítrio?
Eu pensava que sim mas perante todas as evidencias apresentadas e provadas cientificamente, lidas nesse livro, já não tenho a certeza que dantes tinha!
Eu acho que subestimas. Se não subestimasses, não definias os comportamentos humanos como inimputáveis (não o fizeste com estas palavras, mas fizeste-o de outra forma), mas estás no teu direito, como eu estou no direito de afirmar o que afirmei.
“Evidências”, todos os livros apresentam. De outra forma não seriam credíveis para quem os lê. No entanto, as ideias que alguns abordam não passam de teorias sem sustentação, pelo que, por enquanto, não podem ser consideradas mais do que… crenças. Certezas, ninguém tem. Provas, idem (sou um bocadinho céptico em relação às provas que o livro que leste apresenta). Nem tu, nem eu, nem ninguém. Cada um de nós expressa aquilo que acha mais lógico e provável, mas ninguém pode autoproclamar-se detentor da verdade, por isso não obrigo ninguém a concordar comigo (era o que faltava, não é?). No entanto há ideias que me revoltam por causa da forma como se relacionam com o meu percurso de vida e que não consigo respeitar. Lamento.





Não atribuam segundos significados ao que eu disse. 