Tópico: O que é o Exorcismo?
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Resposta #15 em: Dezembro 20, 2009, 06:02:57
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SpiritWolf
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Assassin for hire !!
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Eu, já ando aqui algum tempo e tenho evitado sempre esta secção (e agora vejo, que tinha razão, eu ainda vou ser expulsa do forum por causa dos meus comentários nesta secção) 1º Convém ser um padre a fazer um exorcismo; pois, sabe muito bem o que está a fazer e quais as consequências que isso pode ter (pode-se matar uma pessoa ao fazer um exorcismo) 2º Exorcismo com ritual em latim: Isso é muito à filme "Sobrenatural"  Num exorcismo de verdade com um demónio, ou mais, de verdade não é preciso ritual nem latim: Cristo falava aramaico (nem sequer era hebraico) o latim veio muitos anos depois....e com uma única frase, Cristo expulsava 7 demónios duma só vez  Tudo bem que era Cristo; outro poder; outra noção das coisas; mas mesmo assim.... É preciso, sim, dizer as palavras certas, na hora certa e pela pessoa certa...A fé, nesta matéria é tudo.... até se pode matar uma pessoa por se fazer um exorcismo mal feito.... Sem Comentarios ... Períodos históricos O latim apresenta variações conforme o período histórico que se examina: * Pré-clássico, do século VII a.C. ao século II a.C.. As inscrições mais antigas procedem do século VII a.C. Nos séculos III e II a.C. a literatura faz sua aparição, sob influência grega (Plauto, Terêncio). * Clássico, do século II a.C. ao século II d.C. A idade dourada da literatura latina. * Latim vulgar, incluindo o período patrístico, do século II ao V, inclusive a Vulgata de São Jerônimo e as obras de Santo Agostinho. * Período medieval, do século VI ao século XIV; surgem as línguas românicas. * Período renascentista, do século XIV ao XVII. * Neolatim (ou latim científico), do século XVII ao final do século XIX. a linguagem de Jesus Cristo embora nunca provado, sim falava aramaico, mas no periodo do Senhor, falava-se 7 dialectos diferentes dessa Lingua. Jesus era Judeu e nao cristão como as pessoas pensam, e o Latim era usado pelos Romanos desde essa altura, ate recentemente. Dai Ser uma linguagem antiga, e usada pela Igreja e nao So para fazer os Rituais de exorcismo. Um Exorcismo nao tem necessariamente que ser feito por um padre, qualquer pessoa experiente tem capacidade para fazer um Exorcismo. E certo que uma pessoa pode nao sobreviver a um exorcismo, mas as hipoteses sao 50-50 ..
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« Última modificação: Dezembro 20, 2009, 06:04:34 por SpiritWolf »
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Tópico: O que é o Exorcismo?
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Resposta #16 em: Dezembro 20, 2009, 13:17:44
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César Pedrosa
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Na Luz nos movemos...
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 A Escrita, como um sistema de signos que serve para exprimir graficamente a linguagem, constitui uma das grandes conquistas da Humanidade. Desde os primeiros signos conhecidos até chegar aos sistemas alfabéticos actualmente em uso, a escrita passou por inúmeras mudanças e transformações. Nesta evolução distinguem-se claramente duas fases essenciais: a escrita ideográfica e a escrita fonética. No primeiro estádio, a escrita compunha-se por signos pictóricos que representavam objectos ou ideias, com um simples valor ideográfico. Por isso, eram necessários tantos signos quantos os objectos e ideias a exprimir. Numa segunda fase, os signos começaram a representar não já objectos ou ideias, mas os sons com que tais objectos ou ideias eram nomeados no respectivo idioma. Os signos além do valor ideográfico passaram a ter também um valor fonético, conforme o texto em que surgiam. Os mais antigos vestígios de escrita provêm de Sumer (baixa Mesopotâmia), cuja antiguidade atinge 5 500 anos aproximadamente. Tanto a escrita suméria como a escrita egípcia (hieroglífica) são ao mesmo tempo escritas ideográficas e fonéticas, que repousam no uso muito elevado de signos. A escrita suméria, por exemplo, dispunha quase de 20 000 ideogramas simples e compostos. Mas a grande conquista da escrita foi a criação do Alfabeto. A palavra alfabeto é de origem latina (alfabetum), sendo constituída pelas duas primeiras letras do alfabeto grego, alfha e beta. O alfabeto fenício, que parece baseado na escrita do proto-Sinai (anterior ao séc. XV a.C.), foi o mais perfeito e mais difundido alfabeto antigo, com uma antiguidade de 3 000 anos. Constituído por cerca e vinte e dois signos, que permitiam escrever qualquer palavra, a sua simplicidade foi a chave da sua rápida expansão. Foi adoptado, a partir do séc. X a.C., pelos Arameus, que o transmitiram aos Nabateus, Sírios, Persas e Hebreus. O alfabeto árabe parece derivar também dele, embora seja difícil determinar como e quando se deu essa transformação. Para a nossa civilização, o facto de maior transcendência foi a adopção, cerca do séc. VIII a.C., do alfabeto fenício por parte dos Gregos, que o aperfeiçoaram, introduzindo-lhe a notação dos sons vocálicos. As primeiras inscrições alinhavam-se da direita para a esquerda, mas mudou-se depois de orientação, alinhando-se da esquerda para a direita, o que deve ter tido em conta a procura de semelhança com os signos fenícios. O alfabeto grego clássico do séc. VI a.C., compõe-se de vinte e quatro letras, vogais e consoantes. Deste alfabeto surgiram escritas de populações não helénicas, como o etrusco e o lícico. Na Idade Média, formar-se-iam ainda a partir do grego o alfabeto gótico e os alfabetos eslavos. A partir do alfabeto etrusco e outras escritas itálicas formou-se o alfabeto latino, cujos primeiros documentos datam de final do séc. VII a.C. e princípios de VI a.C. Por volta do séc. I a.C., o alfabeto latino encontra-se perfeitamnete constituído, constando de vinte e três letras. Com o Império Romano e o domínio do mundo ocidental, o alfabeto latino haveria de se impôr em todas as colónias. O que aqui se pretende dar a conhecer é apenas uma pequena parte da longa evolução de várias escritas, acompanhados de uma curta explicação quanto ao seu aparecimento e desenvolvimento. Alguns destes alfabetos foram, ao longo dos séculos, fundidos em chumbo por fundidores famosos como Claude Garamond (séc. XVI), que pretendiam oferecer à Europa edições gregas e latinas. Os punções utilizados na realização destes alfabetos são hoje considerados "monumentos históricos", pois constituem um testemunho marcante da evolução da escrita e da civilização. Na luz nos movemos...  Fonte: Net
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« Última modificação: Dezembro 20, 2009, 13:20:24 por César Pedrosa »
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Que a LUZ que nos une prevaleça sobre as trevas que nos afastam. Bem Hajam
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Tópico: O que é o Exorcismo?
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Resposta #17 em: Dezembro 20, 2009, 19:39:14
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heavens butterfly
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Tudo isso é muito bonito, mas para isso é preciso acreditar em Cristo, em Deus e em Demónios como "anjos ajudantes" de Satanás.
Se as pessoas morrem, o problema muitas vezes é as pessoas só darem ouvidos à igreja e acreditarem no seu deus em vez de avançarem primeiro para a medicina de forma a diagnosticar possíveis casos epilepsia e só depois partir para outras causas.
Sim, também não conheço padre nenhum que passe à frente da medicina...... Isso que tu dizes acontecia há uns séculos atrás onde os avanços na medicina eram muito poucos... Aliás, até posso mencionar um caso de um português que foi conhecido na Europa inteira. Um rapaz foi fazer um culto satânico para um cemitério e depois dizia-se possuído.... Todos os padres que o examinaram em Portugal, disseram que não estava possuído.... Mesmo assim, foi visto por outros padres que continuaram a defender a teoria... Conclusão: Os padres enviaram-no para os parapsicólogos (em Londres) para o tratarem...Pois, não era caso de exorcismo... Sem Comentários ...
Um Exorcismo não tem necessariamente que ser feito por um padre, qualquer pessoa experiente tem capacidade para fazer um Exorcismo. E certo que uma pessoa pode não sobreviver a um exorcismo, mas as hipóteses são 50-50 ..
Sem comentários porque? ainda hás-de explicar essa. agora eu gostaria de saber o que para ti é uma pessoa experiente em exorcismos... Um padre que tira esta especialidade, felizmente, encontra no máximo 1 ou 2 casos reais na vida.... Se realmente encontrar. E até o exorcista pode morrer ao fazê-lo.... Há conta dos experientes em exorcismos (e nisto concordo com o Ice) muitos mediuns; doentes mentais, histéricos; meninas com tpm violenta e até epilépticos foram mortos (ou enlouqueceram) durante um exorcismo que não era preciso para nada... Exorcismo não é brincadeira....E convém, sim, ser feito por um padre exorcista, que por norma é também psiquiatra e/ou parapsicólogo - para poder diferenciar bem os sintomas e não fazer asneira.... Ah! E nem todos os padres são exorcistas....muitos nem concordam com essa prática.... Não é permitida a colocação de mensagens seguidas no mesmo tópico, em vez disso deve editar-se a anterior. Ver também Regras Gerais do Fórum, alínea 20. Obrigado.
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« Última modificação: Outubro 03, 2011, 15:14:33 por Paraphenomenal »
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Tópico: O que é o Exorcismo?
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Resposta #18 em: Janeiro 05, 2010, 14:20:40
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warnner
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O exorcismo não é apenas um ritual católico,A pratica de expeli entidades malignas esta presente na historia da humanidade, A relatos de antigos rituais,com o mesmo objetivo do exorcismo,Não é preciso ser um padre para realizar esse tipo de ritual , Alguns povos indígenas utilizam ervas com supostas habilidades de comte estes espíritos, Uma coisa eu garanto o ritual não deve ser feita por uma pessoa dês preparada.
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Tópico: O que é o Exorcismo?
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Resposta #19 em: Janeiro 09, 2010, 02:22:03
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Mag-isa
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decididamente, o exorcismo nao tem que ser necessariamente feito por uma padre.. por exemplo, algum de voces sabe benzer agua? é muito simples... é fazer um exorcismo a agua. diz-se: "exorcio te, criatura aqua, in nomine patriis, et filiis, et spiritus sacti. amén" fazendo o sinal da cruz...
Bem, mas nao é isso que me traz aqui... preciso com alguma urgencia de saber de casos REAIS em portugal... tenho preferencia por casos recentes... se algum de vos souber de alguma coisa, por favor contactem-me
agradecido
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I was the shadow across the sun
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Tópico: O que é o Exorcismo?
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Resposta #20 em: Janeiro 09, 2010, 11:54:20
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Lilicas
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"Prever é evitar lágrimas futuras."
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Acreditem ou não, a minha família passou muito maus bocados com a possessão espiritual. Do lado da minha avó materna, todos os filhos nasceram com uma sensibilidade extra. Como nem toda a gente reage do mesmo modo a este tipo de fenómenos, o tipo de entidades que tentam tomar posse do corpo de alguém também difere. O meu tio mais velho, era eu pequena, não consigo me lembrar de muita coisa. Mas se acham que Emily Rose foi violento, o meu tipo era do género. Só para terem ideia, havia alturas que quando ele começava a ter os primeiros sinais de que já não era ele quem estava no corpo mas sim "alguém", os vizinhos faziam rodas à volta da casa dele e faziam uma fogueira para que ele não passasse o circulo de fogo. A outra que mexeu mais comigo foi a minha tia mais nova. Dessa lembro-me de tudo e foi aí que tive a verdadeira noção de que eu não era totalmente "normal". E nessa altura, também a minha família recorreu a ajuda de padres e padres e cada vez a minha tia estava pior. Mas hoje já está tudo muito bem, todos sabemos que existe um mundo à parte de nós e sabemos conviver com isso. Como costumo dizer: educamos o espírito. Minha mãe, irmã destes meus tios, acabou por começar a usar a capacidade dela, de ver, prever, comunicar com estas entidades para ajudar os irmãos, principalmente a mais nova. Nestas coisas de mediunidade, costumo dizer que aprendemos com o tempo e com a prática. Minha mãe começou a utilizar os recursos que tinha para ajudar os irmãos e outras pessoas da família. Depois as coisas foram evoluindo. Lembro-me perfeitamente de quando a minha própria mãe incorporava entidades e eu, sentava-me ao lado dela e perguntava: Se vens por bem, diz-me quem és e o que queres. Se vens por mal, que Deus te ilumine na sua luz e te dê a graça de caminhar na luz. E aprendi muito com passagens. Hoje em dia, não é frequente acontecerem. A minha mãe controla melhor as incorporações e eu também consigo ver melhor o que me rodeia e comunicar com quem precisa de nós. É um mundo muito bonito, mas ao mesmo tempo, muito triste por vezes. A cada dia que passa, novas coisas vão acontecendo e eu, vou aprendendo com isso. Nada de ter medo, apenas querer conhecer e compreender o que nos rodeia.
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"Há pensamentos que são orações. Há momentos nos quais, seja qual for a posição do corpo, a alma está de joelho."
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Tópico: O que é o Exorcismo?
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Resposta #21 em: Janeiro 09, 2010, 13:23:42
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Nita
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Acreditem ou não, a minha família passou muito maus bocados com a possessão espiritual. Do lado da minha avó materna, todos os filhos nasceram com uma sensibilidade extra. Como nem toda a gente reage do mesmo modo a este tipo de fenómenos, o tipo de entidades que tentam tomar posse do corpo de alguém também difere. O meu tio mais velho, era eu pequena, não consigo me lembrar de muita coisa. Mas se acham que Emily Rose foi violento, o meu tipo era do género. Só para terem ideia, havia alturas que quando ele começava a ter os primeiros sinais de que já não era ele quem estava no corpo mas sim "alguém", os vizinhos faziam rodas à volta da casa dele e faziam uma fogueira para que ele não passasse o circulo de fogo. A outra que mexeu mais comigo foi a minha tia mais nova. Dessa lembro-me de tudo e foi aí que tive a verdadeira noção de que eu não era totalmente "normal". E nessa altura, também a minha família recorreu a ajuda de padres e padres e cada vez a minha tia estava pior. Mas hoje já está tudo muito bem, todos sabemos que existe um mundo à parte de nós e sabemos conviver com isso. Como costumo dizer: educamos o espírito. Minha mãe, irmã destes meus tios, acabou por começar a usar a capacidade dela, de ver, prever, comunicar com estas entidades para ajudar os irmãos, principalmente a mais nova. Nestas coisas de mediunidade, costumo dizer que aprendemos com o tempo e com a prática. Minha mãe começou a utilizar os recursos que tinha para ajudar os irmãos e outras pessoas da família. Depois as coisas foram evoluindo. Lembro-me perfeitamente de quando a minha própria mãe incorporava entidades e eu, sentava-me ao lado dela e perguntava: Se vens por bem, diz-me quem és e o que queres. Se vens por mal, que Deus te ilumine na sua luz e te dê a graça de caminhar na luz. E aprendi muito com passagens. Hoje em dia, não é frequente acontecerem. A minha mãe controla melhor as incorporações e eu também consigo ver melhor o que me rodeia e comunicar com quem precisa de nós. É um mundo muito bonito, mas ao mesmo tempo, muito triste por vezes. A cada dia que passa, novas coisas vão acontecendo e eu, vou aprendendo com isso. Nada de ter medo, apenas querer conhecer e compreender o que nos rodeia.
és uma mulher muito corajosa,Lilicas...e nota-se como amas a tua mãe...muito bonito o facto de estares sempre com ela nesses momentos... 
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O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflecte-Aristóteles 
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